
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A Caixa Preta da Assembléia Legislativa do Estado do Pará

segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Artigo da Semana - Massa de Manobra™ - Pré-Sal e Eleições Estaduais do Pará

Falando em senado. Lendo os acontecimentos que envolveram a absolvição de José Sarney, pela Comissão de Ética do Senado, nada mais sugestivo que degustar um boa pizza mixta, com um quarto de banana, símbolo da República e um quarto de Jambú, para amortecer o paladar e anestesiar a mente e o coração... Talvez eu lance um novo tipo de pizza de quatro sabores, incluindo para combinar com a situação do congresso, mais dois quartos na pizza doce, de marmelada e de abacaxi, respectivamente.
Foi veiculada também a informação de que o presidente Lula, tem como um débil alfaiate, tentado costurar uma concha de retalhos e interesses conflituosos, com alguns possíveis nomes indicados à eleição para governadores, no estado da Bahia e do Pará, candidatos pemedebistas é claro, como Jader Barbalho, pasmem! E Geddel Vieira Lima (Ministro da Integração Nacional).
Daí o motivo do meu humor negro, tudo bem, irônico humor, mas não cleptomaníaco.
Como diria uma charge que tem muito haver com o contexto (e nessas horas um simples olhar diz mais do que mil palavras), que diga o idealizador desta capa da revista Veja:

É verdade que apesar de tantas piadas mal intencionadas, justiça feita. O Brasil nunca esteve tão bem economicamente em toda a sua história. Se a independência petrolífera ocorrer de forma sólida e racional. Teremos os frutos dessa próspera e oportuna exploração de petróleo na camada de pré-sal, espelhada em mais investimentos na educação, na saúde, no meio ambiente, na infra-estrutura e na tecnologia. Seja Ana Júlia de Vasconcelos Carepa, ou Maria do Carmo, seja Dilma, seja Marina, seja Heloísa Helena. O Pará e o Brasil têm que ter como governantes também as mulheres! Afinal, elas matam a cobra e mostram o pau... ou será que é o contrário?


Afinal diferenças existem...

Sei que não sou tão bom para criar frases de efeito... mas é fato... E tenho dito!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Mestre Verequete - Artigo Especial de Aniversário
Na noite desta quarta-feira, Mestre Verequete deverá apresentar alguns de seus sucessos que foram responsáveis pelo reconhecimento do público ao ritmo exclusivamente paraense e que agora é tema da campanha "Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro".
Extraído e adaptado da Agência Pará e Overmundo.
http://www.agenciapara.com.br/exibe_noticias_new.asp?id_ver=49945
A seguir, a programação cultural de agosto:
Domingo, dia 2
17h30 - Mestre Verequete e Grupo de Carimbó
Terça-feira, dia 4
18h - Programa Timbres - Quarteto Maestoso
Quinta-feira, dia 6
16h30 - Apresentação de Dança Escola Clara Pinto
Domingo, dia 9
17h30 - Grupo Parafolclórico Paranativo
Domingo, dia 16
17h30 - Grupo Parafolclórico Uirapuru
Sábado, dia 22 - Dia Nacional do Folclore
17h30 - Grupo Parafolclórico Os Baioaras
Domingo, dia 23
17h30 - Grupo Parafolclórico Tribo dos Carajás
Domingo, dia 31
17h30 - Grupo de Expressão Folclórica Charme Caboclo
Salve! Este grande mestre da Cultura Popular Paraense! Saúde, Reconhecimento, Respeito, Dignidade, Prosperidade, e Sucesso hoje e Sempre!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Repercusão Quinzenal - Guerra das Emissoras - Record Versus Globo

Após a abordagem sobre coexistência pacífica no artigo "Radicalismo do Amor" postado em 03/08/2009 neste blog e sobre o sujo falando do mal lavado no artigo "Transparência Brasil" em 14/08/2009 no blog "Jornal Eletrônico Veredicto Popular",(clique aqui para ler) iniciou-se "coincidentemente" a então famigerada e popularmente conhecida, "Guerra das Emissoras".
Fonte:
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Transparência Brasil...
Semana retrasada, precisamente no dia 02 de agosto de 2009, o jornal O Liberal, publicou no seu caderno "Poder" a seguinte manchete: "Jader, o campeão da gazeta", através dos repórteres, Thiago Vilarins e Bruna Adelaide, da Sucursal de Brasília, do referido veículo impresso.
Exibiu-se um quadro das faltas às comissões - Fevereiro 2007 a Junho 2009, que mostra o vergonhoso quadro abaixo:
Em síntese, a reportagem "demoniza" a figura de Jader Barbalho, numa charge, que aliás, soa bem sugestiva. A reportagem que ressalta as faltas do parlamentar, aproveita o filão também dos mais faltosos da câmara, mostrando ainda outros deputados, que lideram o ranking da "gazeta". Constam ainda no quadro, integrantes da base governista, políticos como Zé Geraldo e Beto Faro do PT, Wladimir Costa, Zequinha Marinho, Elcione Barbalho do PMDB e Gérson Peres do PP.
Entretanto, dentre estes parlamentares ausentes das comissões temáticas estão também presentes na relação, os deputados Vic Pires Franco e Lira Maia do DEM, Nilson Pinto, Zenaldo Coutinho e Wandekolk Gonçalves do PSDB-PA...
É óbvio que se poderia concluir, portanto, sobre essas ausências que justificadas ou não, tanto nas comissões temáticas quanto nas sessões plenárias da Câmara, que há aparentemente um profundo descaso de Vossas representativas Excelências, em relação às atividades parlamentares.
Depois de analisarmos a proposta da reportagem, chegamos mais uma vez à conclusão de se tratar de cunho tendencioso e parcial. Motivado por intereses implicitamente escusos.
Há quem diga, de ambos os lados, de tratarem-se de informações inverídicas, infundadas, descabidas e levianas.
Mas como diria minha avó, independente de quem esteja falando a verdade... "É o sujo falando do mal lavado"....
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Fafá de Belém - Artigo Especial de Aniversário
1976 - Tamba Tajá
1977 - Água
1978 - Banho de cheiro
1979 - Estrela radiante
1980 - Crença
1982 - Essencial
Som Livre
1983 - Fafá de Belém
1985 - Aprendizes da esperança
1986 - Atrevida
1987 - Grandes amores
Universal Music/Polygram
1988 - Sozinha
1989 - Fafá
1991 - Doces palavras
1992 - Meu fado
1993 - Do fundo do meu coração
1994 - Cantiga pra ninar meu namorado
1995 - Fafá - ao vivo
1996 - Pássaro sonhador
1998 - Coração brasileiro
2000 - Maria de Fátima Palha Figueiredo
2002 - Piano e voz - ao vivo
2002 - O canto das águas
2004 - Tanto mar - Fafá de Belém canta Chico Buarque
2007 - Fafá de Belém - ao vivo (CD e DVD)
Para Fafá que completa nova idade neste próximo dia 10/08, desejamos os nossos Parabéns, e votos de saúde, vida longa e sucesso, hoje e sempre!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Na viagem de férias passei(e) por aqui...
Seu nome é Ilha de Maiandeua, mas todos a conhecem por Ilha de Algodoal. Maiandeua tem origem no Tupi e significa “Mãe da Terra”. A ilha é chamada de Algodoal em virtude da abundância de uma planta nativa conhecida como algodão de seda, ainda presente na região, cujas sementes, com filetes brancos, são dispersas pela planta e, ao flutuarem ao vento, lembram o algodão. Quem primeiro a apelidou desta forma foram os pescadores que lá chegaram na década de 1920.Algodoal é, também, o nome da maior vila, das quatro que existem na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. A vila de Algodoal é a principal por ser a maior, a que possui a melhor infraestrutura para acomodação de turistas e, conseqüentemente, a que recebe mais visitantes. Estas quatro vilas são separadas entre si por porções de manguezais e seccionadas em alguns pontos por canais de maré.
Os 19 km² da Ilha de Algodoal são marcados pela tranqüilidade, pelos cenários maravilhosos que atraem turistas de todo o mundo que nunca se decepcionam com a sua natureza bucólica, bela e dadivosa. A comunidade da ilha é formada por pessoas simples e receptivas que vivem, basicamente, da pesca, da agricultura de subsistência e, ultimamente, do turismo.
A energia elétrica somente foi introduzida na ilha em janeiro de 2005 e o abastecimento de água é realizado por meio de poços artesianos que fornecem água de excelente qualidade.
Os meios de transporte existentes são a bicicleta, o barco (a motor ou a remo) e a carroça puxada por cavalo. Veículos terrestres motorizados não podem entrar na ilha.
Com areia muito branca e fina, as paradisíacas praias da Ilha de Algodoal/Maiandeua são cercadas de dunas que possuem uma vegetação característica de restinga que oferece frutas em abundância, principalmente nas épocas do caju e do ajuru. Suas águas têm uma temperatura muito agradável (média de 22°C).A maior parte de suas extensões de areia permanece deserta, mesmo em períodos de alta temporada, o que permite a realização de piqueniques privados. Nesse caso, recomendamos a utilização das carroças, que podem deixar o visitante na praia desejada e retornar, num horário pré-estabelecido, para buscá-lo.
Caso se prefira as praias mais badaladas, as opções são a da Princesa, a mais agitada, e a da Caixa D’água, a mais próxima à vila de Algodoal.
As praias da região do Salgado têm uma peculiaridade especial: todas sofrem influência das marés dos rios amazônicos, o que faz com que, de seis em seis horas, haja uma variação significativa no nível do mar. Nos períodos de maré baixa, a água recua centenas de metros e forma lagoas naturais que são muito bem aproveitadas pelas crianças.
Praia da Princesa
A praia da Princesa tem quase 14 quilômetros de extensão e foi classificada pelas revistas Time e Playboy como uma das dez mais bonitas do Brasil. Quem a conhece sabe que a classificação é justa.
Na Princesa, há bares que funcionam nos períodos de alta temporada. Neles, é possível encontrar refeições simples, como o peixe frito e a caldeirada, lanches e as bebidas mais consumidas no Brasil: a cerveja e a caipirinha.
Praia da Caixa D’água
Localiza-se em frente à vila de Algodoal e nela há bares que servem refeições e bebidas. Normalmente, mesmo fora de temporada, encontramos estabelecimentos em funcionamento nesta área. A Praia da Caixa D’água não serve para banho enquanto a maré está baixa.
Praia da Beira
É a da chegada, onde os barcos que fazem a linha Marudá/Algodoal aportam. Tem pouca infraestrutura e não é recomendável para banho durante a maré baixa.
Enseada do Costeiro
É a praia mais perigosa da ilha, por apresentar as maiores ondas e haver registro de presença de tubarões nela. Nem mesmo os surfistas se aventuram por estas bandas, mas, um passeio de barco por lá é bastante agradável e um piquenique nas suas areias não oferecem perigo algum.
Há outras praias muito bonitas na ilha, como a praia da Pedra Chorona, praia do Cação, praia da Salina, praia do Guarani, etc. Todas são desertas e muito interessantes. As únicas edificações que existem nelas são os barracões que são, esporadicamente, utilizados por pescadores. Vale a pena fazer um passeio de barco ao redor de toda a ilha e conhecer cada uma delas de pertinho.
Área de Proteção Ambiental (APA) é uma Unidade de Conservação (UC) que tem por objetivo conciliar as atividades humanas com a conservação da vida silvestre, a proteção dos demais recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida da população, por meio de um trabalho conjunto entre órgãos do Governo e a participação ativa da comunidade.A Lei Federal nº 6.902/91 prevê a criação dessa nova categoria de UC, que difere fundamentalmente das demais, por contornar a problemática da desapropriação de terras.
Criada em 1990, a Área de Proteção Ambiental de Algodoal/Maiandeua ainda se encontra num processo (parado) de implantação. A comunidade de pescadores distribuída pelas quatro vilas da Ilha nunca foi convidada pelo poder público a participar deste processo, apesar de sofrer diretamente transformações nas suas esferas social, cultural e econômica causadas exatamente pela criação da APA.
A exclusão da comunidade do processo deve-se aos conflitos que existem entre os interesses desta e os do Governo do Estado do Pará.
O Governo, somente, deu o primeiro passo, que foi a criação da APA de Algodoal/Maiandeua no papel, mas o Plano de Manejo, ação mais importante no que diz respeito à preservação da biodiversidade da ilha, não foi implementado, nem tem previsão de ser. O Governo alega que faltam recursos. A comunidade denuncia a falta de vontade política.
O ritmo Carimbó foi criado nas fazendas da região do Salgado do Estado do Pará, no século XVIII, pelos negros escravos que nelas trabalhavam. Há quem diga que tudo começou na Ilha de Algodoal, mas não há como saber.
A palavra carimbó, originalmente, vem do nome de um dos tambores que eram utilizados por esses mesmos negros. O tambor, que também era chamado de CURIMBÓ, é feito de um tronco oco, com cerca de um metro por trinta centímetros de diâmetro e couro de veado esticado sobre uma das extremidades. O instrumentista senta-se sobre o tronco e bate no couro com as mãos.
Para o historiador Vicente Chermont, a batida do carimbó vem do ritmo africano chamado “batuque”.
A dança do carimbó lembra dança-de-roda. Durante a sua execução, o homem corteja a mulher, num ritual mágico, onde é permitido ao homem requebrar a fim de seduzir sua companheira.
Em algodoal, de janeiro a janeiro, é tempo de carimbó. Bastam ecoar os sons dos tambores pela ilha para a festa começar. Os nativos dão um show de dança e os visitantes se deleitam com o que vêem. Alguns tentam ensaiar alguns passos, mas somente os paraenses e os que freqüentam a ilha há algum tempo conseguem algum resultado.
O carimbó, certamente, é uma das grandes riquezas culturais da Ilha de Maiandeua. Embora o Reague e a guitarrada também tenham invadido a ilha.
Os ecossistemas da microrregião do Salgado fazem da ilha de Algodoal uma área cuja biodiversidade é muito rica. Nela, encontramos belas praias, manguezais, belos lagos de água doce, dunas, igarapés, pássaros, animais, frutas de época e muitos frutos do mar.
As espécies de pássaros mais comuns na ilha são: guará, garça, pavão, socó, taquerê, gavião caranguejeiro, caracaraí, cebinho do mangue, matirão, colhereira, marreco, papagaio, batuíra de colheira, maçarico branco, pirão gordo, vira-pedra, etc.
Os animais presentes na ilha são: preguiças, quatis, tamanduás, raposas, gatos maracajá, camaleões, mucuras, macacos de várias espécies, guaxinins, jacarés, jabutis, tartarugas, etc.
Os manguezais são férteis berçários de peixes, mexilhões, camarões, ostras, turus, caranguejos e outras espécies marinhas que dependem desse ecossistema para sua reprodução.
A vegetação da ilha é característica de restinga e apresenta uma grande variedade. Pelas muitas dunas da ilha encontramos frutas típicas tais como ajurus e cajus. Além destas, se encontra, com facilidade, coco, murucí, carambola e manga.
Os frutos do mar que são encontrados com facilidade na ilha são os peixes (pescada amarela, xaréu, tainha, anchova, corvina, gó, cação, mero, gurijuba, dourada, pratiqueira, serra e robalo), mariscos e moluscos (ostra, mexilhão, turu, sururu, camarão e caranguejo).
A ilha de Algodoal/Maiandeua recebe muitos turistas. A maior parte deles é brasileira, mas há visitantes de todo o mundo na ilha. Durante o ano, percebe-se as seguintes peculiaridades entre os seus visitantes:Em janeiro, fevereiro, julho, dezembro e nos feriados regionais – Alta temporada para os turistas brasileiros;
Em agosto e setembro – Alta temporada para os turistas estrangeiros.
Nos demais períodos – Baixa temporada na ilha, com presença constante de poucos turistas estrangeiros e paraenses.
Normalmente, o visitante busca conhecer a rusticidade da sociedade nativa e a abundante beleza natural da ilha. Além das caminhadas que podem ser praticadas, livremente, pela região, há opções de passeios de carroça puxada por cavalo.
Os destinos recomendados são as lagoas da ilha, que são muito bonitas, tal como a Lagoa da Princesa, e as demais vilas, como a de Fortalezinha, que preserva a primitividade da sua organização social e mantém intactos os belíssimos recursos naturais da região. Há, ainda, a possibilidade de passeios de barco pela Região do Salgado.
Pode-se praticar a pescaria artesanal de canoa ou de barco a motor, dependendo do peixe que se quer pegar. A pescaria deve ser realizada, sempre, em companhia de pescadores locais, que conhecem muito bem a região.Fonte: http://www.maiandeua.com.br/

